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Vamos agir juntos e exigir um plano nacional de renovação ambicioso para #CasaDigna #BuildBetterLives.
A revisão da Diretiva Europeia relativa ao Desempenho Energético dos Edifícios exige que cada Estado-Membro prepare Planos Nacionais de Renovação de Edifícios (PNRE). Estes roteiros irão definir a forma como as habitações serão renovadas ao longo da próxima década. Se forem bem concebidos, podem garantir casas dignas, acessíveis e energeticamente eficientes para todos, especialmente para as pessoas mais afetadas pela pobreza energética e por más condições habitacionais.
O prazo para apresentar o primeiro projeto do PNRE terminou a 31 de dezembro de 2025, mas a maioria dos Estados-Membros ainda não cumpriu esta obrigação. Este atraso coloca famílias, inquilinos e comunidades vulneráveis em risco. Está na altura de agir.
👉 As nossas casas, o nosso futuro. Não pode haver mais atrasos.
No âmbito das campanhas Build Better Lives e Casa Digna, convidamos pessoas de toda a Europa a unirem-se para exigir planos de renovação ambiciosos, inclusivos e centrados nas pessoas, planos que coloquem a justiça social, a acessibilidade económica e a ação climática em primeiro lugar, e que sejam participativos, integrando os contributos de todos.
Aja agora – envie um e-mail aos ministérios ou entidades responsáveis em poucos cliques ⬇️
Passo 1️⃣ — Selecione o seu país
→ Identificaremos automaticamente o ministério responsável ou o decisor europeu competente.
Passo 2️⃣ — Preencha os seus dados
→ Indique o seu nome, e-mail e código-postal para demonstrar que a mensagem é enviada por um cidadão(ã)/residente real.
Passo 3️⃣ — Utilize o nosso modelo de e-mail
→ Uma mensagem baseada nas reivindicações da campanha, que pode personalizar se desejar.
Passo 4️⃣ — Envie e partilhe
→ Depois de enviar, divulgue a ação e ajude a reforçar o movimento por habitação mais digna.
Nos países onde o widget está disponível (França, Itália, Espanha, Portugal e Bulgária), os e-mails já estão preparados e podem ser enviados diretamente às autoridades nacionais na língua local.
Em todos os outros países da UE, os participantes também podem aderir enviando a sua mensagem à Comissão Europeia, pedindo que pressione os Estados-Membros a cumprir as suas obrigações legais.